No Brasil, a exploração sexual de crianças e adolescentes é crime previsto no artigo 244 do Estatuto da Criança e do Adolescente. Quem cometer o crime está sujeito a pena de 4 a 10 anos de reclusão, além da multa.” Isso é o que diz a lei, mas desde quando a obediência de leis é prioridade do brasileiro? ....

Quando falamos em exploração sexual, logo vem à revolta. A sociedade se mantém firme em seu ponto de vista moralista a respeito do assunto. Ouviremos muitas pessoas falarem “Horrível! Absurdo! Uma afronta aos direitos humanos!”, mas o que temos feito para mudar tal realidade em nossa cidade?

A exploração sexual infantil é a mais desleal, pois não estamos falando de seres humanos maduros, estamos tratando de crianças e adolescentes com o mínimo de conhecimento tanto sobre sexo quanto sobre vida. Mas qual a solução para o problema? Talvez políticas sócio educativas, talvez mais empregos, talvez buscar uma resposta dentro da nossa própria história.  Falta o amor a Deus e ao próximo no coração das pessoas.

 

A exploração sexual está inteiramente ligada aos valores morais, econômicos e culturais da sociedade em que situa.

   É preciso pensar e discutir a prostituição e a exploração sexual infantil sem tabus, com fatos e idéias sinceras, pois hoje é necessário darmos um passo decisivo quanto ao enfrentamento à exploração sexual Infantil... Nós

podemos mudar a história de muitas meninas e meninos que ainda acreditam no trecho da canção: “Eu fico com a pureza da resposta da criança, é a vida, é bonita e é bonita... Viver e não ter a vergonha de ser feliz... cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz... Eu sei que a vida devia ser bem melhor e será...”

  A exploração sexual infantil é responsabilidade de todos nós!

 

 

Dr. Marcos AndréTorres dos Santos

Psicólogo/Pedagogo/PsicanalistaClínico