Transtorno psíquico "BURNOUT" A doença dos professores, médicos e policiais

 

    O Perfeccionismo é fator de risco para esta doença insidiosa, que ataca a motivação de gente que rala, sem distinção de cargos hierárquicos.

    O "burnout", termo que em inglês designa a combustão completa, está incluído no rol dos transtornos mentais relacionados ao trabalho. Foi a terceira maior causa de afastamento de profissionais em 2009, segundo dados da Previdência Social.

     A síndrome é bem mais que “mero” estado de estresse e não pode ser confundida com demais doenças psicossomáticas.

      Esse transtorno Psíquico mescla esgotamento e desilusão. Pode ser desencadeado por uma exposição contínua a situações estressantes no trabalho.

     "A doença é gerada pela percepção de que o esforço colocado no trabalho é superior à recompensa. A pessoa se sente injustiçada e vai se alienando, apresentando sintomas como depressão, fobias e dores musculares."

    "O 'burnout' é um desalento profundo, ataca pessoas dedicadas demais ao trabalho, que descobrem que nada daquilo pelo que se dedicaram valeu a pena."

    Tem a ver com o valor depositado no trabalho e quem apresenta exaustão emocional, não se envolve mais com o que faz e reduz as ambições pode estar sofrendo do transtorno.

    O diagnóstico não é fácil: a apatia gerada pelo "burnout" pode sugerir depressão ou síndrome do pânico, iniciado por desmaios constantes.

    É a impressão de que o mundo gira em torno do trabalho, sempre com a faca na garganta.

     Médicos, professores e policiais são grupos de risco, pois o nível de estresse é constantemente elevado.

    A pessoa precisa reavaliar o papel do trabalho em sua vida, aprender a dizer não quando não tem condições de executar algo e reconhecer o próprio valor, mesmo que outros não o façam.

     As providências para prevenir essa patologia do trabalho devem partir tanto do sujeito quanto da empresa.

    Todo mundo que trabalha bastante deve se permitir algumas atividades diárias cuja única finalidade seja o prazer, para compensar o clima estressante.

        É preciso respeitar o limite entre o que é profissional e o que é pessoal, e a empresa deve estimular o trabalhador a respeitar esses limites também.

 

                                   Texto extraído da Internet.